Entenda o papel do laser na atrofia vaginal pós-câncer - ABCGIN Entenda o papel do laser na atrofia vaginal pós-câncer - ABCGIN

Pesquisar

Validando credenciais, por favor aguarde ...
  • Whatsapp: 21 99973-1534

  • Suporte: 21 99555-0550

Home

Entenda o papel do laser na atrofia vaginal pós-câncer

Entenda o papel do laser na atrofia vaginal pós-câncer

Entenda o papel do laser na atrofia vaginal pós-câncer

Na Academia Brasileira de Ginecologia Regenerativa (ABGREF) costumamos dizer, em nossos cursos e congressos, que o laser pode ser um poderoso agente a devolver a qualidade de vida das mulheres, se for bem utilizado. 

Engana-se quem se limita a acreditar que o laser atua estritamente com fins estéticos, e não mais veemente na relação funcional com a Saúde da Mulher. Neste artigo iremos corroborar este conceito tão defendido pela academia, mostrando como funciona frente à mulher com histórico de câncer. 

Não bastasse a árdua rotina do tratamento, pacientes com histórico de câncer de mama costumam apresentar alguns problemas, entre os quais, a atrofia vaginal.

Isto porque, durante a intervenção contra o câncer, as mulheres são submetidas a medicações que inibem a produção de estrogênio — hormônio responsável pela ovulação. Com a redução hormonal, o tecido vaginal perde boa parte da elasticidade e fica mais fino e seco. 

Em alguns casos, as pacientes podem manifestar inclusive estenose vaginal — fechamento do canal da vagina. 

Efeitos da atrofia vaginal

  • Baixa lubrificação;
  • Desconforto ao urinar;
  • Dor local;
  • Sangramento local durante relações sexuais;
  • Corrimento;
  • Redução do desejo sexual;
  • Coceira;

É comum mulheres com este quadro não conseguirem ter relações sexuais, dado o ardor durante a penetração. 

Como resolver

Para estimular o colágeno, a ponto de recuperar a lubrificação do tecido da mucosa vaginal, existem algumas opções.

O estrogênio tópico local seria uma possibilidade, mas pacientes com histórico de câncer de mama ou trombose não devem optar por esta terapia, uma vez que estas enfermidades são estrogênio-dependentes, ou seja, são agravadas com uso de hormônios.

Para mulheres com esta contraindicação, há também os lubrificantes. No entanto, o método não é tão eficaz quanto os cremes hormonais. 

Outra opção é a radiofrequência, cuja função é promover o aquecimento da camada intermediária da pele para estimular a produção de colágeno e favorecer o rejuvenescimento da vagina.

É por isso que, mais recente entre os tratamentos no País, o laser é o mais indicado para a disfunção. 

Vantagens do tratamento a laser

Como não se utiliza de hormônios, o laser aparece como solução alternativa. A terapia contribui para a vascularização da mucosa e reestruturação do colágeno — proteína indispensável ao nosso corpo, cuja função é fortalecer as articulações e manter a boa aparência da pele. 

Hoje já existem inúmeros estudos comprovando a eficácia do laser frente ao estrogênio tópico ou sistêmico. 

Como é o procedimento

O tratamento via laser consiste na introdução de uma sonda vaginal (semelhante à utilizada nos exames transvaginais), deve ser feito em três sessões — uma por mês — e dura cerca de 20 minutos. 

Em consequência do alto custo de materiais e equipamentos na manutenção do tratamento, a terapia é considerada cara para os padrões brasileiros e não é coberta por planos de saúde, tampouco Sistema Único de Saúde (SUS). 

Porém, a relação custo-benefício é bem satisfatória, tornando o procedimento barato, já que depois da primeira aplicação só se faz necessário voltar ao consultório uma vez ao ano, não tem o risco que os hormônios apresentam e outros como trombose, por exemplo, e não precisa de internação.

Em caso de desconforto durante o procedimento, especialistas recomendam o uso de anestésicos. Além disso, a paciente não deve ter relações sexuais pelo período de cinco dias. 

Apenas para prevenir esta disfunção, recomendamos a prática regular da atividade sexual e a masturbação, uma vez que aumentam o fluxo sanguíneo para a vagina, mantêm a saúde do assoalho pélvico e a lubrificação da área. 

É importante que as mulheres falem sobre o assunto. Como aparece em outras situações — menopausa, pós-parto e uso prolongado de pílula anticoncepcional, por exemplo —, há quem acredite ser normal a vaginite atrófica, conviva com ela e não aborde o tema. 

Porém, está cada vez mais comum a procura por parte das mulheres, que diferente de alguns médicos, já sabem da existência do tratamento, recomendadas por outras mulheres que obtiveram êxito, e essa procura, vem lotando consultórios nos últimos meses. 

Mulheres que procuraram o tratamento relatam melhora na vida sexual e até aumento de prazer durante as relações. 

Consulte os especialistas mais experientes do assunto e saiba como funciona a Ginecologia Regenerativa. 

Download WordPress Themes Free
Download WordPress Themes Free
Free Download WordPress Themes
Download Premium WordPress Themes Free
udemy paid course free download
download huawei firmware
Download Best WordPress Themes Free Download
udemy free download

Posts Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *