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Corrimentos vaginais – saiba como diagnosticar corretamente

Corrimentos vaginais – saiba como diagnosticar corretamente

Corrimentos vaginais – saiba como diagnosticar corretamente

Muitas mulheres chegam, em desespero, ao consultório de seus médicos queixando-se de corrimento e odor vaginal. A vagina é um órgão feminino que apresenta conteúdo fisiológico, composto por células descamadas, glândulas sebáceas, muco cervical, dentre outros elementos; isso gera um fluxo normal, que costuma ser transparente, branco ou levemente amarelado. Além disso, esse corrimento não costuma apresentar odor forte, e sim o cheiro comum vulvar. Não devemos esperar que os órgão que expelem secreções tenham odor de flores, certo? No entanto, existem secreções vaginais que não são normais e podem ser causadas por diversos fatores. Por isso, é importante ter conhecimento das causas e dos sintomas, para dar à paciente o diagnóstico e o tratamento correto.

Quais são as principais causas dos corrimentos vaginais anormais?

Como já sabemos, a vagina apresenta, em condições normais, um pH ácido, que varia entre 3,8 e 4,2, e isso faz com que os microorganismos sejam regulados. Porém, existem fatores internos e externos que afetam a saúde do órgão feminino, causando conteúdos vaginais que não são comuns.

Em primeiro lugar, é interessante considerar o aspecto da secreção. A cor, o odor, o volume, o momento do ciclo menstrual em que a paciente se encontra e os sintomas que a acompanham podem ser fatores cruciais para o diagnóstico correto. Vejamos quais são os tipos de corrimento vaginal que possivelmente indicam anormalidade.

  • Corrimento amarelo, semelhante a pus: quando acompanhado de dor e sangramento, é provável que indique a presença de alguma DST, como a gonorreia.
  • Corrimento marrom ou com a presença de sangue: esse pode indicar câncer de colo uterino ou de endométrio, principalmente se vier acompanhado de dores no ventre.
  • Corrimento esverdeado: costuma indicar a presença de tricomoníase, geralmente acompanha mau cheiro e prúrido vaginal.
  • Corrimento branco espesso: esse tipo de secreção vaginal indica infeccção vaginal fúngica, normalmente pelo crescimento desregulado de fungos do próprio órgão genital, com a cândida albicans.
  • Corrimento amarelado ou acinzentado, com odor fétido: caso haja a presença desse tipo de corrimento é provável que a paciente esteja sofrendo com uma infecção bacteriana.

Além das causas já citadas acima, o corrimento vaginal pode ocorrer por:

  • Falta de higiene;
  • Uso de duchas vaginais;
  • Relações sexuais sem proteção;
  • Diabetes;
  • Estresse;
  • Atrofia vaginal;
  • Menopausa;
  • Uso de antibióticos;
  • Pílulas anticoncepcionais;
  • Menopausa;

É muito importante analisar a história clínica da paciente, os sintomas físicos e realizar todos os exames complementares, para um diagnóstico certeiro. Os sintomas que costumam acompanhar o corrimento vaginal anormal são: prúrido, dor pélvica, desconforto ou dor durante a relação sexual e ao urinar, sangramento, inchaço e vermelhidão. O diagnóstico correto é essencial para a eficácia do tratamento, é fundamental analisar todos os dados para investigar a fundo o problema da paciente e devolver a ela sua saúde vaginal.

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